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Bate-papo com Any Maia

É com grande prazer que apresentamos uma entrevista exclusiva com a atriz Any Maia, uma talentosa artista da agência Emplacar Você, em nosso blog. Vamos conhecer mais sobre sua trajetória, inspirações e o que a motiva a continuar brilhando nos palcos e nas telas. Nesta conversa,  Any compartilha suas experiências, desafios e sonhos que seguem impulsionando sua carreira.

 Conte um pouco de você. O que gosta de fazer quando não está atuando?

Sou uma pessoa muito curiosa e gosto de estar sempre aprendendo alguma coisa nova. Além da atuação, gosto muito de música, canto e dança. Toco piano, ukulele e violão, e também gosto de praticar esportes. Também tenho interesse por moda, inclusive estou cursando Design de Moda. Acho que todas essas atividades acabam contribuindo de alguma forma para o meu trabalho como atriz.

Como aconteceu o teatro na sua vida? Como e quando começa sua história com a arte?

Minha história com a arte começou muito cedo, com cerca de 2 anos e meio. Desde criança eu já tinha esse contato com o palco e fui descobrindo, aos poucos, que era aquilo que eu amava fazer. O teatro acabou se tornando uma parte muito importante da minha vida. São mais de 15 anos de trajetória e mais de 40 personagens vividos nos palcos. Cresci junto com a arte e sinto que ela também foi responsável por grande parte de quem eu sou hoje.

 O que mudou na sua vida e rotina quando decidiu viver deste universo? Precisou abrir mão ou interromper alguma coisa?

Viver da arte exige muita disciplina e, principalmente, disponibilidade. Minha rotina sempre foi muito diferente da de outras pessoas da minha idade, com ensaios, testes, gravações, viagens, estudos e preparação. Algumas coisas precisei deixar de lado ou adaptar, mas nunca enxerguei isso como uma perda. Foram escolhas que fiz porque amo essa profissão. A arte sempre esteve muito presente nas minhas decisões.

 Cada papel é um recomeço. Um novo preparo, um novo estudo, um mergulho em uma nova identidade. Como é para você viver esse processo e como encara cada novo projeto?

É justamente uma das coisas que mais amo na profissão. Cada personagem me permite conhecer uma pessoa completamente diferente e descobrir novas partes de mim como artista. Gosto de pesquisar, estudar, observar pessoas, trabalhar voz, corpo e emoção. Tento nunca partir do princípio de que já sei como fazer. Para mim, cada projeto é realmente um novo começo e uma oportunidade de crescer.

Considera importante que o artista se recicle?

Muito. Acho que o artista nunca pode parar de estudar. Mesmo depois de anos trabalhando, sempre existe algo novo para aprender. Faço cursos, participo de workshops e masterclasses e procuro estar sempre desenvolvendo novas habilidades. Acredito que se reciclar é essencial para continuar encontrando novas possibilidades dentro da profissão.

Do seu primeiro trabalho para cá, como enxerga a sua evolução?

Olho para a minha trajetória com muito carinho. Quando comecei, eu tinha apenas a paixão e a espontaneidade de uma criança. Hoje tenho muito mais consciência técnica e artística sobre o que estou fazendo. Aprendi a lidar melhor com o palco, com as câmeras, com diferentes diretores e personagens. Acho que a maior evolução foi entender que atuar não é apenas decorar um texto, mas estar disponível para ouvir, sentir, observar e construir uma verdade.

 Consegue escolher o que mais gosta de fazer entre teatro, cinema e TV? De que forma enxerga essas três práticas na sua vida e como concilia tantas atividades?

É muito difícil escolher, porque cada linguagem tem uma magia diferente. No teatro, existe aquela troca imediata com o público, que é muito especial. No cinema, gosto da possibilidade de trabalhar os pequenos detalhes e da intimidade da câmera. Na televisão, gosto muito do ritmo e da dinâmica das gravações. Quero continuar experimentando as três linguagens. Para conciliar tudo, tento ser muito organizada e entender que preparação também faz parte do trabalho.

 Fale dos seus últimos trabalhos.

Tenho vivido uma fase muito especial profissionalmente. Recentemente participei de trabalhos no audiovisual, incluindo uma novela vertical, e também estou envolvida em novos projetos. Um trabalho que marcou muito minha trajetória foi interpretar Santa Clara de Assis em Francisco, Homem Santo, um espetáculo de teatro ao ar livre que exigiu muita preparação e entrega. Também tive experiências recentes em televisão e audiovisual que me fizeram crescer bastante e conhecer novos processos de trabalho.

 Já te acharam parecida com alguma atriz ou celebridade?

Já ouvi algumas comparações ao longo da minha trajetória, principalmente por características físicas ou pela maneira de interpretar, mas acho curioso quando isso acontece. Gosto de ser reconhecida pela minha própria identidade artística. Tenho referências e artistas que admiro muito, mas quero construir meu próprio caminho.

Que personagem gostaria de interpretar?

Tenho muita vontade de interpretar uma personagem extremamente complexa, que me tire completamente da minha zona de conforto. Gosto de personagens que tenham conflitos, contradições e uma história profunda. Não penso necessariamente em uma personagem específica, mas em um papel que me faça estudar muito, me transformar e mostrar uma versão minha que o público ainda não conhece.

 Projetos futuros?

Tenho alguns projetos em desenvolvimento e novos trabalhos que ainda não posso revelar. Quero continuar crescendo no audiovisual, no teatro e também explorar cada vez mais a música e outras áreas criativas. Estou em uma fase de muito estudo, preparação e abertura para novos desafios. O que posso dizer é que estou muito animada com tudo que está por vir.

Equipe de Conteúdo Emplacar Você

 

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