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Bate-papo com Mari Guedes

É com grande prazer que apresentamos uma entrevista exclusiva com a atriz Mari Guedes, uma talentosa artista da agência Emplacar Você, em nosso blog. Vamos conhecer mais sobre sua trajetória, inspirações e o que a motiva a continuar brilhando nos palcos e nas telas. Nesta conversa,  Mari compartilha suas experiências, desafios e sonhos que seguem impulsionando sua carreira.

 Conte um pouco de você. O que gosta de fazer quando não está atuando?

Durante a vida toda sempre estive estudando algo novo. Gosto de treinar, cantar e tocar bateria como forma de terapia. Já fiz boxe, taekwondo, futebol, natação… me formei em inglês e francês ainda na adolescência.
Nos poucos momentos livres minha felicidade é conseguir tomar um sol e durante a noite me entrego pro videogame. Amo doguinhos, poderia passar horas só agarradinha com eles.

Como aconteceu o teatro na sua vida? Como e quando começa sua história com a arte?

Meu pai fazia teatro quando eu era bem criança, mas teve que abandonar pra conseguir pagar as contas. Ainda assim me lembro de assistir as apresentações e ter o teatro sempre presente na minha infância. Aos 10 anos de tanto participar dos ensaios de uma peça que meu pai atuava, acabei indo parar no elenco e essa foi minha primeira apresentação profissional no teatro. Aos 19 anos abandonei a faculdade de Sistemas de informação no segundo ano pra me formar atriz, como meu coração mandava.
Cheguei a dar aulas de teatro e música pro ensino infantil e então a dublagem surgiu em minha vida. Ainda em formação eu já estava atuando na área e hoje estou já 8 anos no mercado. Nesse momento, já consagrada na dublagem, senti a necessidade de expandir os meus horizontes e foi aí que iniciei o estudo no audiovisual.

O que mudou na sua vida e rotina quando decidiu viver deste universo? Precisou abrir mão ou interromper alguma coisa?

Interrompi uma faculdade que não tinha nada a ver comigo, de tecnologia.
Não me arrependo nem por um segundo. Aprendi que a vida nos mostra pra onde ir desde que saibamos onde queremos chegar e é assim que tenho vivido desde então.

Cada papel é um recomeço. Um novo preparo, um novo estudo, um mergulho em uma nova identidade. Como é para você viver esse processo e como encara cada novo projeto?

Por enquanto ainda não trabalhei de forma profissional no audiovisual, porém a dublagem me faz acessar esses “lugares” dentro de mim pra interpretar cada personagem. Na dublagem eu chego a fazer inclusive muitos garotos, coisa que no audiovisual seria impossível, mas que me faz entrar em um estado muito bacana de entrega e transformação.
Para mim, atuar sempre foi muito divertido. Agora com o estudo de audiovisual tenho alcançado outros patamares de atuação, o que tem me feito expandir minha capacidade.

Considera importante que o artista se recicle?

Assim como qualquer outra profissão parar no tempo é se colocar um prazo de validade. Nosso mundo está em constante evolução e hoje, mais do que nunca, as coisas acontecem em uma velocidade surreal.
Achar que o que vivi até hoje é suficiente é limitar a experiencia da vida como um todo.. e isso nunca combinou comigo.

 Do seu primeiro trabalho para cá, como enxerga a sua evolução?

Consigo comparar meus exercícios de interpretação entre o primeiro dia em frente e câmera e os estudos atuais, que inclusive tem uma abordagem bastante diferente. Me sinto mais segura e procuro a cada aula tirar algum aprendizado, por menor que seja.

Consegue escolher o que mais gosta de fazer entre teatro, cinema e TV? De que forma enxerga essas três práticas na sua vida e como concilia tantas atividades?

No momento as três atividades que faço são dublar, estudar audiovisual e apresentar stand up. Em alguns momentos a cabeça se torna um turbilhão, mas é no turbilhão que surgem as melhores ideias e onde mais evoluimos.

Fale dos seus últimos trabalhos.

Como dubladora tenho trabalhos muito bacanas como Shun de Andromeda- Os Cavaleiros do Zodíaco (Crunchyroll/Netflix/Prime Video); Frankie – Monster High (Netflix); Po – Teletubbies (Netflix) e Prime video); Cooper – Hotwheels (Netflix), entre muitos outros. Já no audiovisual estou em curso regular com Fernando Leal.

 Já te acharam parecida com alguma atriz, artista ou celebridade?

Bianca Camparatto e Mel Maia

Que personagem gostaria de interpretar?

Percebo uma crescente de personagens femininas fortes e determinadas, acredito que esse seja um perfil que combina comigo. Também gostaria muito de poder interpretar um papel de representatividade LGBTQIA+ ou que praticam luta. Já na dublagem meu sonho é dar voz a alguma heroína da Marvel.

Projetos futuros?

No momento me faço presente onde sei que é o meu lugar.
Nos estudos de audiovisual, nos palcos de stand up e nos estúdios de dublagem. Não costumo planejar o futuro porque a vida nos leva ao nosso destino e eu confio muito em minha jornada.

Equipe de Conteúdo Emplacar Você

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