É com grande prazer que apresentamos uma entrevista exclusiva com a atriz Mariah Viamonte, uma talentosa artista da agência Emplacar Você, em nosso blog. Vamos conhecer mais sobre sua trajetória, inspirações e o que a motiva a continuar brilhando nos palcos e nas telas. Nesta conversa, Mariah compartilha suas experiências, desafios e sonhos que seguem impulsionando sua carreira.
Conte um pouco sobre você. O que gosta de fazer quando não está atuando?
Gosto de ir ao cinema, ao teatro e amo estar em contato com a natureza. Praticar esportes faz parte da minha rotina: frequento a academia durante a semana, mas também gosto de me exercitar ao ar livre. Canto desde nova, sou formada em musicalização e já participei de várias peças de teatro musical, mas, ultimamente, tenho me interessado cada vez mais em mergulhar no audiovisual. Falo inglês fluentemente e também dou aulas do idioma. Tenho espanhol intermediário, já dei aulas de balé clássico e também danço dança de salão.
Como o teatro entrou na sua vida? Como e quando começou sua história com a arte?
Quando era pequena, morava em Niterói e fazia aulas de musicalização em uma escola que também oferecia aulas de teatro. Eu sempre ficava assistindo às aulas escondida. Minha mãe, que foi atriz, tinha certa resistência em me matricular, pois achava que poderia ser uma influência dela.
Mas eu continuava assistindo às aulas escondida. Uma vez, no fim do ano, quando tinha por volta de sete anos, escrevi na cartinha para o Papai Noel que queria fazer aulas de teatro. Depois disso, minha mãe me matriculou e comecei meus estudos. Mais tarde, fui convidada a integrar a companhia de teatro da escola e comecei a atuar profissionalmente aos 12 anos. Depois, fui para O Tablado e para a faculdade. Sempre participei de peças enquanto continuava estudando.
O que mudou na sua vida e na sua rotina quando decidiu viver desse universo? Precisou abrir mão ou interromper alguma coisa?
Na verdade, nada mudou, porque a arte sempre fez parte da minha vida. Quando chegou o momento de escolher um curso para a faculdade, não tive a menor dúvida sobre o que queria.
Já havia feito peças infantis no Teatro do Jockey e em O Tablado. Aos 18 anos, passei no teste para um grande musical, O Despertar da Primavera. Com esse trabalho, morei sozinha em São Paulo e no Rio de Janeiro.
Tranquei a faculdade durante o espetáculo e, quando a temporada terminou, voltei ao curso. Então, sempre conciliei trabalho e estudo.
Cada papel é um recomeço, um novo preparo, um novo estudo e um mergulho em uma nova identidade. Como é viver esse processo e como encara cada novo projeto?
Essa é uma das partes de que mais gosto. Adoro estudar profundamente o universo que envolve o trabalho. Gosto de criar uma rede de afetos, sensações, imagens, músicas e cheiros para, então, colocar tudo isso no corpo.
Considera importante que o artista se recicle?
Muito. Para mim, o instrumento do ator é o corpo, claro, mas também é a capacidade de costurar sensações, intuição e criatividade. Tudo isso precisa ser exercitado, assim como um músculo.
Do seu primeiro trabalho até hoje, como enxerga sua evolução?
Eu cresci, literalmente! (risos). Comecei a trabalhar aos sete anos de idade. Desde então, os estudos, os treinamentos, as técnicas e as vivências acompanham meu trabalho artístico. Afinal, para o ator, a própria vida também é material de estudo e trabalho.
Consegue escolher o que mais gosta de fazer entre teatro, cinema e TV? Como enxerga essas três práticas na sua vida e como concilia tantas atividades?
Não gosto mais de uma linguagem do que de outra. Comecei no teatro e acredito que ele deve ser a base de todo ator. Depois, fiz alguns trabalhos na TV e, agora, com meu projeto autoral, quero muito mergulhar no cinema.
Acho ideal trabalhar com as três frentes em paralelo, mas, neste momento, quero priorizar o cinema e a TV.
Fale sobre seus últimos trabalhos.
Estou em processo de pós-produção de um curta-metragem autoral, projeto que me tomou bastante tempo nos últimos meses.
Recentemente, fiz uma novela vertical, a primeira do TikTok. Também estou com uma peça contemplada pelo PROMAC, com estreia prevista para o ano que vem.
Já disseram que você se parece com alguma atriz, ator, artista ou celebridade?
Sim, já me compararam a algumas artistas, como Monica Bellucci, Gal Gadot, Demi Moore e Cleo Pires.
Que personagem gostaria de interpretar?
Muitos! Interpretaria qualquer personagem de Almodóvar. Também gostaria de viver Perséfone e personagens femininas fortes.
Quais são seus projetos futuros?
Estou na pós-produção de um curta-metragem autoral sobre Perséfone, a deusa grega, e também tenho uma peça contemplada em edital.
Equipe de Conteúdo Emplacar Você